
Avengers: Doomsday pode trocar os Beyonders por Loki: o que isso muda no caminho até Secret Wars
Avengers: Doomsday pode vir com uma reviravolta ousada: em vez dos Beyonders, o Deus das Histórias de Tom Hiddleston seria a peça central da trama. Segundo rumores recentes do The Cosmic Circus, Loki “tomaria o lugar” dos Beyonders na construção rumo a Secret Wars. Naturalmente, isso levanta dúvidas: como fica o papel do Doutor Destino? E o que muda no plano dos Incursões e do Battleworld? Neste guia, você vai entender, de forma clara e sem enrolação, como essa possível mudança impacta a narrativa da Saga do Multiverso, por que ela faz sentido para o público geral e o que esperar de Avengers: Doomsday nos próximos anos.
O rumor central: Loki substituiria os Beyonders em Avengers: Doomsday
Durante o Q&A de dezembro do The Cosmic Circus, o repórter Alex Perez afirmou que os Beyonders não apareceriam em Avengers: Doomsday. Em vez disso, Loki ocuparia esse espaço dramático como a entidade que sustenta o Multiverso, tornando-se o alvo de cobiça na “corrida para ver quem chega primeiro ao Deus das Histórias”. A leitura é direta: o Doutor Destino (rumorado para o filme) tentaria capturar ou canalizar o poder de Loki para moldar a realidade a seu favor, como fez com os Beyonders nos quadrinhos.
Importante: tudo ainda é tratado como rumor e pode mudar. Porém, a lógica narrativa é consistente com o final de Loki na 2ª temporada e com a necessidade de simplificar conceitos para o grande público.
Quem é o Deus das Histórias no MCU e por que ele é a peça-chave
No final da 2ª temporada de Loki, o Deus da Trapaça sacrifica seu desejo de “liberdade” para salvar os amigos e a teia do tempo. Ele assume seu trono como Deus das Histórias, segurando, literalmente, os ramos do Multiverso e mantendo as linhas temporais vivas. Na prática, Loki vira a “infraestrutura” que impede novos colapsos.
Esse status o coloca num patamar próximo ao dos Beyonders em termos de impacto no Multiverso. Não é que os poderes sejam iguais, mas a função narrativa é parecida: ele é a fonte rara e cobiçada que pode resolver — ou precipitar — o desastre cósmico. Isso o transforma no “prêmio” perfeito para vilões visionários como o Doutor Destino.
O que os Beyonders fazem nos quadrinhos e como a troca impacta a adaptação
Nos quadrinhos de Jonathan Hickman (Time Runs Out e Secret Wars, 2015), os Beyonders são entidades quase onipotentes, externas ao Multiverso. Eles executam um plano devastador: plantam um Molecule Man (Owen Reece) em cada universo como uma “bomba viva”. Quando um Molecule Man morre, aquele universo é destruído, levando às Incursões e ao colapso multiversal. O Doutor Destino, com a ajuda do Molecule Man principal, derrota os Beyonders, rouba seu poder e cria o Battleworld, uma realidade mosaico.
Se o MCU realmente trocar os Beyonders por Loki, a história pode ganhar em clareza para o público geral. Em vez de apresentar de uma vez Beyonders, Molecule Man e todo o mecanismo de bombas multiversais, a Marvel poderia focar em um único pivô emocional e conhecido — Loki —, conectando o épico ao pessoal. A essência permanece: um poder absoluto em jogo, um vilão tentando se apropriar dele e o Multiverso à beira do colapso.
Onde entra o Doutor Destino em Avengers: Doomsday
Os rumores apontam que Avengers: Doomsday seria uma “corrida” para capturar ou alcançar Loki. Isso se encaixa perfeitamente no modus operandi de Victor Von Doom: estrategista, messiânico e pragmático, ele busca o poder máximo para “consertar” a realidade sob sua visão. Nos quadrinhos, ele vence os Beyonders; no MCU, ele poderia mirar diretamente no Deus das Histórias.
Há boatos adicionais que deixam a guerra mais tensa:
- Franklin Richards (do vindouro Quarteto Fantástico) poderia ser uma carta na manga de Doom.
- Sentry (rumorado para o MCU) e Feiticeira Escarlate são peças que poderiam desequilibrar a balança.
- Doom também teria uma “lista” de responsáveis por Incursões, caçando alvos multiversais antes de mirar sua presa final: Loki.
Reforçando: esses pontos seguem no campo dos rumores. Mas compõem um tabuleiro coerente com a transição até Secret Wars.
Battleworld sem Molecule Man: quem pode ocupar o vazio de Owen Reece
Outro rumor do The Cosmic Circus diz que Molecule Man não aparecerá nos próximos Vingadores. Isso levanta a pergunta: quem cumpre esse papel de “condutor” de poder para Doom? Há três caminhos possíveis, do mais simples ao mais ousado:
- O próprio Loki, como “bateria” ou canal do poder necessário para reescrever a realidade.
- Uma fusão de funções: personagens como América Chavez, Doutor Estranho ou mesmo um artefato servindo de catalisador.
- Um novo conceito no MCU que traduza a ideia de “âncora multiversal” sem replicar Owen Reece.
Em termos de cinema, concentrar funções em menos personagens tende a ser mais eficaz, porque simplifica a exposição e amplia o impacto emocional.
Linha do tempo, trailer e data de lançamento de Avengers: Doomsday
O lançamento de Avengers: Doomsday está previsto para 2026. Há relatos divergentes sobre a data — já circularam tanto 1º de maio quanto 18 de dezembro —, e o calendário pode sofrer ajustes. O que parece mais perto é um primeiro trailer, que, segundo rumores, não deve demorar.
Independentemente da data final, a expectativa é que Doomsday funcione como o grande gatilho para Secret Wars, estabelecendo o tabuleiro, o tom e as alianças improváveis necessárias para um evento de escala máxima.
O que isso significa para Secret Wars
Se Avengers: Doomsday usar Loki no lugar dos Beyonders, o caminho para Secret Wars fica mais direto para o público. Em vez de explicar “seres externos à realidade, bombas vivas e colapsos em cascata”, a narrativa centraliza a disputa em torno de um personagem amado, com alto apelo emocional e histórico sólido no MCU. Doom continua sendo Doom: um antagonista complexo, crente de que só ele pode salvar o todo. O resultado provável? Uma versão de Battleworld que nasce menos de um ritual cósmico complicado e mais de uma tomada de poder sobre o Deus das Histórias.
Isso não diminui a ambição. Pelo contrário: dá à guerra uma âncora humana. E, no cinema, isso costuma ser a diferença entre um espetáculo bonito e um fenômeno cultural.
Perguntas frequentes sobre Avengers: Doomsday
Loki pode morrer em Avengers: Doomsday?
Rumores indicam que Doom pode precisar “quebrar” a fonte de poder para erguer seu domínio. Isso coloca Loki em risco real. Ainda assim, qualquer destino deve equilibrar impacto emocional e planos futuros do MCU. Trate como possibilidade, não certeza.
Os Beyonders nunca vão aparecer no MCU?
Não há confirmação oficial. A opção por Loki agora pode ser uma escolha de adaptação para simplificar a Saga do Multiverso. A Marvel pode guardar os Beyonders para outro momento ou reinterpretá-los mais à frente.
Sem Molecule Man, Battleworld ainda acontece?
Sim, em tese. O conceito de Battleworld não depende exclusivamente de Owen Reece, e o MCU pode atribuir a função de “fonte de poder” a Loki ou a outra entidade/artefato. O rumor é que Battleworld continua no plano.
E o Kang, ainda é relevante?
A Marvel não confirmou como Kang se encaixa em Avengers: Doomsday diante dessa possível guinada. A prioridade aparente é incursões e colapso do Multiverso. A participação de Kang pode variar, ser reduzida ou reconfigurada — aguardemos materiais oficiais.
Como se preparar para Avengers: Doomsday
Para chegar afiado ao filme e entender cada peça do xadrez multiversal, vale (re)ver:
- Loki – temporadas 1 e 2, especialmente o final da 2ª.
- Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – conceito de incursões e consequências multiversais.
- Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – fissuras na realidade e suas regras.
- Os Vingadores (2012) – origem do Loki “2012” e sua trajetória até a redenção.
- Quando estrear, o novo Quarteto Fantástico – para entender possíveis conexões com Doom e Franklin Richards.
Conclusão: menos exposição, mais emoção — e um Loki no centro do tabuleiro
Se os rumores se confirmarem, Avengers: Doomsday troca o tecnicismo dos Beyonders por uma solução narrativamente elegante: Loki como coração e motor do Multiverso. Isso simplifica a explicação, aumenta a urgência e cria um caminho claro para Secret Wars, com o Doutor Destino como o grande antagonista. No fim, a Saga do Multiverso pode ganhar algo raro em crossovers gigantes: foco emocional.
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