Os 10 maiores relacionamentos do MCU, celebrados em homenagem a Wicked: For Good

Last Updated: 27 de novembro de 2025By

Quando a Universal lançou Wicked: For Good nos cinemas, a internet vibrou com a letra “Because I knew you, I have been changed for good”. Inspirada por esse momento, a Marvel celebrou os maiores relacionamentos do MCU em um post especial, relembrando vínculos que moldaram 17 anos de histórias. Se você ama o Universo Cinematográfico da Marvel, já percebeu que as amizades e rivalidades movem tanto a narrativa quanto as grandes batalhas. Mas quais duplas marcaram mais o público e por quê? Neste guia, você vai entender como esses laços nasceram, evoluíram e impactaram os filmes e séries. Além disso, verá paralelos com Wicked, o que ajuda a explicar por que conexões autênticas tornam heróis inesquecíveis.

Por que a Marvel conectou Wicked e o MCU?

Wicked: For Good destaca uma amizade transformadora. A Marvel usou a mesma lente para revisitar as relações mais profundas do seu universo. Assim como Elphaba e Glinda, várias duplas do MCU atravessam diferenças, perdas e reconciliações. No fim, elas saem mudadas. Essa ponte temática cria identificação imediata: os fãs não lembram apenas das lutas, mas dos laços que deram sentido a cada sacrifício.

Top 10 maiores relacionamentos do MCU

Gamora e Nebula

Forjadas sob a tirania de Thanos, Gamora e Nebula transformaram dor em irmandade. Em Guardiões da Galáxia e nas sequências, a rivalidade inicial dá lugar à cura. Após Vol. 2, Gamora compreende a extensão do abuso sofrido por Nebula, e ambas passam a se apoiar fora da sombra do Titã Louco. Mesmo com a perda de Gamora em Guerra Infinita, o vínculo permanece como símbolo de família encontrada.

Steve Rogers e Bucky Barnes

“Até o fim da linha.” Infância compartilhada, guerra e lavagem cerebral fizeram de Steve e Bucky um exemplo de lealdade. Em O Soldado Invernal, o apelo emocional de Steve quebra o condicionamento de Bucky. Depois, eles atravessam Guerra Civil e Vingadores lado a lado. A despedida em Ultimato fecha um ciclo impecável de amizade que sobreviveu ao tempo, à culpa e ao destino.

Natasha Romanoff e Clint Barton

De adversários a aliados inabaláveis, Nat e Clint são a definição de confiança. Ele ajudou a viúva negra a mudar de vida na S.H.I.E.L.D., e ela retribuiu inúmeras vezes. Em Ultimato, a cena na Vormir eterniza essa amizade quando Natasha se sacrifica pela joia da alma. A forma como Clint honra seu legado resume o peso emocional desse laço no MCU.

Thor e Loki

Irmãos adotivos, rivais e, por fim, parceiros. Thor e Loki alternam entre afeto e conflito desde Thor, passando por Vingadores e Ragnarok. A busca de Loki por reconhecimento o leva ao caos, mas sua jornada também aponta para redenção. A morte de Loki em Guerra Infinita muda Thor para sempre. Ainda que novas possibilidades multiversais existam, o impacto desse relacionamento já é histórico.

Carol Danvers e Maria Rambeau

Em Capitã Marvel, Carol retorna à Terra sem memórias. Maria e a pequena Monica ajudam a reconstruir quem ela é. Essa amizade é um lar emocional para Carol, que encontra propósito além dos poderes. Depois, a ausência de Maria ecoa na jornada de Carol e de Monica, reforçando como amizade e família se entrelaçam nos momentos decisivos.

Steve Rogers e Tony Stark

Capitão América e Homem de Ferro são forças opostas que descobriram um meio-termo. Em Vingadores, eles se estranham. Em Guerra Civil, rompem. Contudo, diante de Thanos, seguem juntos e salvam metade do universo em Ultimato. O sacrifício de Tony e a aposentadoria de Steve encerram uma das dinâmicas mais complexas do MCU, marcada por respeito conquistado e crescimento mútuo.

Natasha Romanoff e Yelena Belova

Em Viúva Negra, conhecemos a “família” russa que criou Nat e Yelena. Entre ironias e brigas carinhosas, surge um afeto genuíno. O luto de Yelena após Ultimato prova a força desse vínculo. Mais do que mentor e aprendiz, são irmãs escolhidas, com histórias marcadas pelo trauma e pela vontade de quebrar ciclos.

Rocket e Groot

Antes dos Guardiões, Rocket e Groot já eram parceiros. Ele entende a língua de Groot, e isso cria uma intimidade única. A morte do Groot original e a perda do “Baby” Groot no estalo de Thanos revelam o lado mais vulnerável de Rocket. Juntos, eles lembram que humor, cuidado e sacrifício andam lado a lado na equipe mais improvável da galáxia.

Sam Wilson e Bucky Barnes

De provocação a parceria, Sam e Bucky amadurecem em O Falcão e o Soldado Invernal. Sam herda o escudo, e Bucky enfrenta fantasmas. Embora discordem, aprendem a construir uma nova ideia de heroísmo, mais humana e comunitária. A dupla representa a continuidade do legado de Steve, agora com novos valores e vozes.

Tony Stark e James Rhodes

Amizade adulta, com discordâncias e lealdade. Rhodey freia os impulsos de Tony, mas está ao lado dele quando tudo desaba. Depois de Guerra Civil, Tony move mundos para ajudar o amigo a se reerguer. Em Ultimato, Rhodey se despede do parceiro com a dignidade de quem compartilhou vitórias, quedas e, acima de tudo, propósito.

O que esses relacionamentos ensinam sobre o MCU

  • Personagens mudam por causa de pessoas. Vínculos catalisam transformação mais do que vilões ou gadgets.
  • Conflito não é o fim. Divergências, como em Tony e Steve, podem gerar crescimento e histórias memoráveis.
  • Família é escolha. Gamora e Nebula, assim como Rocket e Groot, provam que laços se constroem.
  • Sacrifício tem rosto. Quando conhecemos o vínculo, o sacrifício ganha peso e sentido.

Perguntas frequentes sobre os maiores relacionamentos do MCU

Essas duplas são só amizade ou também rivalidade?

As duas coisas. Muitos laços do MCU começam em conflito e evoluem para confiança. Isso cria arcos mais ricos e emocionantes.

Por que relacionamentos importam tanto quanto as lutas?

Porque dão motivação aos heróis. Sem vínculos, sacrifícios parecem vazios. Com eles, cada decisão tem consequência emocional.

Haverá reencontros futuros entre essas duplas?

O multiverso abre portas narrativas, mas confirmações oficiais variam. Rumores vão e vêm. O melhor é acompanhar os anúncios da Marvel Studios.

Conclusão

Os maiores relacionamentos do MCU mostram que, por trás das cenas de ação, são os vínculos que mudam tudo. Amizades, irmandades e parcerias reescrevem destinos, exatamente como Wicked: For Good celebra em sua mensagem central. Ao lembrar de Gamora e Nebula, Steve e Bucky, Tony e Steve e tantos outros, entendemos por que o MCU emociona gerações. Agora é a sua vez: qual dupla marcou mais a sua jornada como fã e por quê? Compartilhe nos comentários e continue acompanhando as próximas histórias para ver como esses laços continuam moldando o universo Marvel.

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