Mia Goth em Blade: o que aconteceu com a vilã Lilith no MCU e qual é o status do filme

Last Updated: 2 de dezembro de 2025By

Depois de mais de 18 meses ligada ao projeto, Mia Goth finalmente quebrou o silêncio sobre sua participação em Blade, o aguardado reboot do MCU estrelado por Mahershala Ali. A atriz de Pearl foi apontada como a grande vilã do filme, vivendo Lilith, mas o desenvolvimento conturbado levantou a dúvida: afinal, o que deu errado? Neste artigo, você vai entender o que Mia revelou, por que a versão ambientada nos anos 1920 foi engavetada, como isso afeta o futuro do personagem e o que esperar do filme — ou de uma possível estreia de Blade em outra produção do Universo Marvel.

O que Mia Goth revelou sobre Blade e Lilith

Em conversa com o podcast Happy, Sad, Confused, Mia Goth detalhou até onde sua participação em Blade avançou. Segundo ela, “o mais longe que chegou” foi:

  • audition (teste de elenco) para viver Lilith;
  • viagem a Atlanta para um teste de química com Mahershala Ali;
  • provas de figurino e de peruca;
  • entusiasmo com a direção criativa daquela versão.

No entanto, como a própria atriz descreveu, “tudo se desenrolou a partir dali”. Ainda assim, um mês antes, em entrevista à Elle, ela reforçou que o filme “ainda está acontecendo” e que, até onde sabia, continuava contratada. Ou seja, apesar dos percalços, Mia Goth em Blade segue no radar da Marvel.

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Quem é Lilith e por que ela importa em Blade

Para entender o peso dessa escalação, vale lembrar quem é Lilith nos quadrinhos. Em linhas gerais:

  • é uma poderosa vampira, frequentemente apresentada como filha de Drácula;
  • tem histórico de confrontos intensos com Blade, transitando entre terror e ação;
  • carrega potencial para um filme mais sombrio, violento e mitológico dentro do MCU.

Além disso, Lilith abre portas para tramas com criaturas noturnas, magia e facções vampíricas, ampliando o canto mais “horror” do universo Marvel — algo que fãs pedem desde a primeira aparição (em voz) de Blade na cena pós-créditos de Eternos.

A versão dos anos 1920: por que empolgou e por que caiu

Fontes do desenvolvimento indicavam uma leitura “noir e melancólica”, situada nos anos 1920, com Blade caçando vampiros em uma atmosfera densa. A ideia empolgou por três motivos:

  1. permitia um visual único no MCU, com textura histórica e tom de terror;
  2. aproximava o filme de um thriller de época, favorecendo o carisma de Mahershala Ali;
  3. dava a Lilith um palco ideal, quase gótico, para dominar a narrativa.

Por outro lado, mudanças criativas sucessivas, saídas de diretores e reescritas sucessivas do roteiro acabaram engavetando essa iteração. A prioridade, agora, é alinhar a visão certa antes de retomar a produção.

Linha do tempo do desenvolvimento conturbado

  • 2019: Marvel anuncia Mahershala Ali como Blade na San Diego Comic-Con.
  • 2022: o diretor Bassam Tariq deixa o projeto; começam novas reescritas.
  • 2023–2024: múltiplas equipes de roteiristas passam pelo filme; Yann Demange entra e depois sai da direção.
  • 2024: rumores da versão ambientada nos anos 1920 esfriam; o projeto é colocado em pausa para “acertar a história”.
  • 2024–2025: Mia Goth em Blade permanece como possibilidade, mas sem filmagens anunciadas.

Ao longo desse período, o longa chegou a constar em calendários com data estimada, porém, com a pausa, qualquer previsão precisa tornou-se improvável. A constância, até aqui, é a permanência de Mahershala Ali no papel-título.

O que esperar do futuro de Blade no MCU

Enquanto o filme segue em ajuste, há duas rotas possíveis — e complementares:

  • filme solo com tom de terror e classificação para adultos, como se especulou;
  • aparição antes em outra produção, preparando terreno para o longa (por exemplo, uma formação estilo Midnight Sons).

Na prática, a Marvel parece ter aprendido com adiamentos anteriores. Colocar o projeto em pausa, embora frustrante, é melhor do que lançar um filme desalinhado. Se a visão criativa se firmar, Blade pode voltar mais forte — e Mia Goth em Blade, como Lilith, continua sendo a peça que pode transformar o filme em um evento.

Impacto criativo: por que Blade precisa de uma visão clara

Personagens sombrios pedem escolhas firmes de tom, ritmo e estética. Para Blade funcionar no MCU, três pilares precisam estar amarrados:

  • identidade visual: fotografia e produção que sustentem o horror;
  • personagens com camadas: Blade em conflito moral e uma vilã Lilith com motivações críveis;
  • conexão orgânica com o MCU: participações e referências sem engessar a história.

Quando esses pilares se alinham, a franquia encontra fôlego, como vimos em Guardiões e Loki. Sem isso, reescritas tendem a se acumular e o projeto patina.

O papel de Mahershala Ali e a confiança do público

Mahershala Ali é o fio condutor de todo o processo. Seu compromisso com o personagem sustenta a confiança dos fãs, mesmo em meio às trocas de direção e de roteiro. Além disso, relatos de bastidores indicam que ele tem voz ativa no tom e no enfoque do filme, algo essencial para uma produção que pretende ser mais adulta e autoral dentro da Marvel Studios.

Perguntas frequentes sobre Blade no MCU

Blade ainda vai acontecer?

O projeto está em pausa criativa para acertar o roteiro e a visão. Oficialmente, a Marvel não cancelou o filme. Mahershala Ali segue vinculado e Mia Goth em Blade permanece como possibilidade.

Quem é a vilã Lilith?

Uma vampira poderosa ligada a Drácula nos quadrinhos. Ela é antagonista recorrente de Blade e simboliza a faceta mais sombria e mitológica da Marvel.

O filme será ambientado nos anos 1920?

Essa versão existiu durante o desenvolvimento e chegou a avançar em testes, mas, de acordo com as mudanças recentes, foi engavetada.

Qual a classificação indicativa?

Há forte expectativa de um tom mais adulto, porém a classificação oficial só será definida quando o corte final existir.

Blade pode estrear em outra produção antes do filme solo?

Rumores apontam para aparições em um projeto estilo Midnight Sons. Nada oficial, mas a estratégia faria sentido para introduzir o personagem e seu universo.

Como isso afeta o calendário do MCU

Com o projeto em reavaliação, ajustar o calendário é inevitável. Ainda assim, o impacto pode ser positivo no médio prazo. Um Blade coerente, com Mia Goth em Blade interpretando uma Lilith marcante, tem potencial para reenergizar a fase sombria do MCU e abrir portas para linhas narrativas de terror, magia e anti-heróis.

Conclusão

Mia Goth revelou que participou de testes, figurino e perucas para viver Lilith, mas a versão do filme se desfez naquele momento. Apesar disso, ela segue atrelada ao projeto, enquanto a Marvel pausa para consolidar a visão criativa. No fim, isso pode ser bom: um Blade afiado pede uma vilã à altura, e Lilith entrega exatamente isso. Fique de olho nas próximas atualizações e, se você quer receber os principais destaques do MCU sem perder nada, assine nossa newsletter e acompanhe a evolução desse que pode ser um dos filmes mais impactantes da nova fase da Marvel.